CapaCidade
Cidade

Endividamento bate recorde e atinge 82,0% das famílias em julho

ResumoO endividamento das famílias brasileiras atingiu 82,0% em julho de 2026, o maior nível da série histórica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), iniciada em 2015. A inadimplência recuou para 29,8% no mesmo período, conforme dados oficiais da entidade.

O endividamento das famílias brasileiras alcançou 82,0% em julho de 2026, maior patamar da série histórica iniciada em 2015. A inadimplência recuou para 29,8%, segundo a CNC.

Tatiana Réis
Tatiana Réis Repórter de serviço · 07 de agosto de 2026 · 2 min de leitura
Endividamento bate recorde e atinge 82,0% das famílias em julho

Endividamento bate recorde e atinge 82,0% das famílias em julho

O endividamento das famílias brasileiras alcançou 82,0% em julho de 2026. É o maior patamar da série histórica, iniciada em 2015. O avanço de 0,4 ponto percentual em relação aos 81,6% de junho evidencia o comprometimento da renda nacional, o que afeta diretamente a capacidade de consumo e dita o ritmo do setor produtivo.

Resposta direta: Em julho de 2026, o endividamento das famílias brasileiras atingiu 82,0%, o maior nível da série histórica iniciada em 2015. O avanço foi de 0,4 ponto percentual ante junho (81,6%). A inadimplência recuou para 29,8%, segundo a CNC.

O que dizem os dados da CNC

Os dados foram publicados nesta 5ª feira (6.ago.2026) pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). O percentual corresponde ao número de famílias que relataram ter dívidas a vencer com cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e casa.

Inadimplência recua com renegociações

A taxa de inadimplência recuou para 29,8% em julho, com renegociações de dívidas e redução do tempo de atraso das contas, segundo a CNC. O movimento contrasta com o avanço do endividamento geral.

Percepção das famílias sobre o nível de dívida

O percentual de famílias que se consideram muito endividadas caiu de 17,2% em junho para 17,1% em julho. Já as que se consideram pouco endividadas aumentou de 34,2% para 35,0% no mesmo período.

O que isso significa para o consumidor

Com mais famílias endividadas, o orçamento doméstico fica mais apertado. A queda na inadimplência, porém, sugere que renegociações têm ajudado a regularizar contas em atraso. Para quem está nessa situação, vale buscar acordos com credores e revisar o uso do cartão de crédito.

Perguntas Frequentes

Qual o recorde de endividamento das famílias em julho?

O endividamento atingiu 82,0% em julho de 2026, o maior nível da série histórica iniciada em 2015.

O que significa a taxa de inadimplência de 29,8%?

Significa que 29,8% das famílias têm contas em atraso. O índice recuou em julho, com renegociações e menor tempo de atraso.

Quais dívidas são consideradas no levantamento?

Cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e casa.

Quem divulgou os dados?

A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) publicou os dados em 6 de agosto de 2026.

O endividamento subiu ou caiu em relação a junho?

Subiu 0,4 ponto percentual, de 81,6% em junho para 82,0% em julho.

// Leia também

Publicidade